A
carapuça – é o adereço principal do
bloco, porque não existe Saci Pererê sem carapuça. Quando o Saci Pererê perde a
carapuça, perde também a identidade e a magia. E como estamos em pleno ano 2012
do século 21, à carapuça aplicamos uma cabeleira rastafári, inspirado no
ex-ministro Gilberto Gil, quando esteve em Macapá em 2007. O vermelho da
carapuça faz combinação com o short que tem a mesma cor, até porque o vermelho
e o preto são as cores padrão do bloco. E elas naturalmente estão em todas as
peças do Carnaval da Tropicália do Pererê.
A
máscara - é uma forma de rememorar o
primeiro carnaval do Pererê, naquele longínquo 1972, quando, nós, foliões da
floresta do meio do mundo (como na letra do frevo-axé-amazônico), saímos pelas
ruas e avenidas da cidade pintados de Secos & Molhados. A pintura dos Secos
& Molhados era tão original, que a super banda inglesa Kiss a copiou, mas
bem depois daquele carnaval inesquecível do Pererê. Portanto, trazer essa
imagem quarenta anos depois, é saudosista e altamente cultural. E é o que o
bloco mais alegre da cidade vai fazer na segunda-feira de carnaval, abrindo o
desfile da primeira noite dos blocos no Sambódromo.
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